Era um garoto com um black e um beck. Usava o mesmo casaco em todas as festas. Sorria e a gente se derretia. Falava e a gente se apaixonava. Tanto é que, na noite que a primeira tomou coragem, a outra foi logo atrás e disse, assim mesmo, cutucando no ombro: “Agora é a minha vez”. Depois ficou com vergonha de encontrar com ele pelos corredores. Tinha inventado histórias. Iludido o menino, coitado.
Eu que não quis nada com o sedutor. Pra depois me arrepender ao ver aquela loura agarrada, pendurada, enganchada no pescoço dele, engolindo, apertando, lambendo, amassando ele contra o murinho. Quando ele desapareceu, eu, cheia de esperanças, disparei atrás. Em vão.
Só me sobrou o guardanapo, já que ele me abraçou, derreteu meu coração, mas me deixou sozinha na pista, abandonada ao batidão.
Eu que não quis nada com o sedutor. Pra depois me arrepender ao ver aquela loura agarrada, pendurada, enganchada no pescoço dele, engolindo, apertando, lambendo, amassando ele contra o murinho. Quando ele desapareceu, eu, cheia de esperanças, disparei atrás. Em vão.
Só me sobrou o guardanapo, já que ele me abraçou, derreteu meu coração, mas me deixou sozinha na pista, abandonada ao batidão.
5 comentários:
Minha amiga já não é mais a mesma há tempos! Cresceu..
eu sou a primeira corajosa!! hahaha
hahah, se ferrou! rs
fica dando uma de difícil, viu? rs
finalmente resolveu atualizar, ein! \o/
ai,nossa,isso podia virar um funk!
Aliás eu ameeio post de baixo!mt bom
bjsa
Guardanapo não é bolo!
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